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To Love is to be Vulnerable


“To love at all is to be vulnerable. Love anything and your heart will be wrung and possibly broken. If you want to make sure of keeping it intact you must give it to no one, not even an animal. Wrap it carefully round with hobbies and little luxuries; avoid all entanglements. Lock it up safe in the casket or coffin of your selfishness. But in that casket, safe, dark, motionless, airless, it will change. It will not be broken; it will become unbreakable, impenetrable, irredeemable. To love is to be vulnerable.”

-C. S. Lewis, The Four Loves


“Amar é ser vulnerável. Ame qualquer coisa e seu coração será torcido e possivelmente partido. Se quiser deixa-lo intacto, você não deve dá-lo a ninguém, nem mesmo a um animal. Envolva-o cuidadosamente em hobbies e pequenos luxos; evite qualquer tipo de envolvimento. Tranque o dentro do caixão do seu egoísmo. Mas nesse caixão, seguro, escuro, imóvel, sem ar, ele vai mudar. Ele não será partido; ele se tornará inquebrantável, impenetrável, irredimível. Amar é ser vulnerável.”

-C. S. Lewis, Os Quatro Amores


©2017 by Andre Lamartin